Join online dialogue on “Information Activism: Turning Information into Action”

July 8 - 14, 2009

Join New Tactics, Tactical Technology Collective, and our featured resource practitioners from July 8 - 14 for an on-line dialogue on Information Activism: Turning Information into Action. This on-line dialogue will be space for practitioners to share the innovative ways in which they have turned information into action with their advocacy campaigns. We will discuss topics such as: collecting data, creative ways of visualizing data, digital ways of sharing this information, and the security risks one should evaluate before implementing these activities. We will be sharing tools and tactics that can help you move your information into action! Join our online community today to participate!

http://www.newtactics.org/en/user/register

http://www.newtactics.org/en/blog/new-tactics/information-activism-turning-information-action

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OVC: 2o. dia

Assim como no dia anterior, relato abaixo apenas os momentos que mais me marcaram no dia.

Comecei o último dia da Open Video Conference assistindo o painel “Industry Perspectives on Open Video” com representantes da Adobe, YouTube, blip.tv, e Boxee, onde falaram de como Open Video integra-se no trabalho das empresas às quais representam e quais são as possibilidades futuras ligadas a Open
Video nessas empresas.

Depois assisti Xeni Jardin, co-editora do Boing Boing e produtora do programa Boing Boing TV, falando sobre suas experiências recentes em Guatemala, onde diversos problemas políticos e sociais tem sido divulgados em redes sociais e outras mídias comunitárias. Ela também falou da nova interface do BB TV. Durante a apresentação, Xeni disse que eles utilizam músicas em Creative Commons (CC) para a trilha das matérias, bem como liberam seu conteúdo em CC.

Mais tarde assisti Tony Scott fazendo a apresentação do Purefold, uma série independente inspirada em Blade Runner. A proposta é que os episódios sejam construído colaborativamente com o público e que sejam lançados em CC.

O evento foi encerrado com uma videoconferência com Peter Sunde, do Pirate Bay, que começou com
Xeni Jardin do BB TV o entrevistando e depois abrindo para perguntas da platéia. Durante a entrevista, Peter falou de como foi criado o
Pirate Bay, sobre a cadeira no parlamento europeu e que estão movendo os servidores para um local que nem ele sabe onde fica (!).
Entre as perguntas da platéia que se destacaram estão:

- Você acredita que as gravadoras vão negociar com vocês? Cuja resposta foi: sim, daqui há alguns anos, quando elas não tiverem
mais opções.

- O que está acontecendo com o Pitabe Bay agora? Onde, na resposta, ele disse que em alguns dias seria feito um importante anúncio, do
qual ele não podia comentar.

- De onde veio o nome Pirate Bay? Cuja resposta foi: “não lembro”.

- Quanto do conteúdo do Pirate Bay está sob licenças livres? Quando ele respondeu que aproximadamente 70% era livre. Essa
última pergunta foi minha, fruto de uma discussão na comunidade brasileira de VJs, VJBR.
Peter estará no Brasil no FISL, que acontece entre 24 e 27 de junho.

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VJBR
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OVC: 1o. dia

É impossível escrever sobre tudo que acompanhei e todas as discussões que participei nesse dia sem me alongar demais. Tentarei, a seguir, documentar alguns dos momentos que mais me marcaram.

Logo de manhã, após a keynote de Yochai Benkler, professor da Harvard Law School, Chris Blizzard e Mark Surman da Mozilla falaram do impacto da adoção de modelos abertos de vídeo, possibilitando a utilizacão de vídeo como uma maneira de diálogo online. Foi apresentada a incorporação da tag <video>, como definida no draft do HTML 5, no Firefox 3.5, que será lançado em algumas semanas.

O resultado disso é que vai ser possível assistir vídeos no navegador sem necessidade de plugins ou players online e – o mais importante – manipular o vídeo utilizando HTML e JavaScript. Exemplos das consequências dessa incorporação é que os vídeos de sites como YouTube não precisarão mais de um player em Flash e que qualquer um vai poder inserir um vídeo em um site com a mesma dificuldade que há na inserção de uma imagem.

Inicialmente o suporte no Firefox erá apenas ao codec livre Theora, mas outros formatos devem ser suportados no futuro. Além da tag <video>, essa versão do Firefox também vai incorporar a tag <audio> e o codec Vorbis.

Assisti, também, Ronaldo Lemos, do CTI da FGV, falando de como a população brasileira está se apropriando de vídeo e da Internet, da maneira que a Internet foi (e pode voltar a ser) utilizada no Brasil nas campanhas eleitorais e sobre a Lei Azeredo.

No final do dia assisti Jon Lech Johansen, mais conhecido como DVD Jon, falando sobre “DeCSS, 10 years later”. Para entender o DeCSS é preciso, primeiro, entender que o CSS – Content Scrambling System – é um sistema que previne a cópia DVDs. O pequeno programa escrito por Jon (cujo código cabe até em uma camisa) torna possível copiar vídeos dessa mídia. Ele disse que já tentou diversas vezes perder o “DVD” de seu nome, fazendo engenharia reversa em outros sistemas de DRM, o que pode ser observado no verbete com seu nome na Wikipédia.

À noite fui para Clips! the Open Video Afterparty, onde assisti uma bela performance do Eclethic Method, remixando clipes de maneira magistral, e depois fui comer uma pizza e discutir sobre Open Video no Brasil com José Murilo, do Ministério da Cultura, e Pedro Markun, do Jornal de Debates.

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Esquentando para a OVC

No dia 18/6 à tarde visitei a New York University School of Law onde, nos dias seguintes, ocorreu a Open Video Conference. A organização me impressionou, com tudo pronto para o evento. Enquanto aguardava minha anfitriã, Elisabeth Stark, para ir ao CC Salon, aproveitei para comprar uma máquina fotográfica digital para tirar fotos dos eventos (e da cidade).

Chegamos um pouco atrasados no CC Salon NYC, que ocorreu das 19 horas às 22 horas no For Your Imagination Loft, e perdi a conversa com Brett Gaylor sobre o RiP! A Remix Manifesto, mas acompanhei Erik Moeller falando sobre a mudança da Wikipédia para licenças Creative Commons bebendo free (“as in beer”) beer. Encontrei diversos conhecidos no evento e fui supreendido com um abraco (e com a presenca) de um amigo da Austrália: Andrew Lowenthal, que faz um ótimo trabalho no EngageMedia e com quem tive a honra de dar oficinas de vídeo no Information Activism Camp, na Índia.

Depois do Salon, eu fui com algumas pessoas do evento a um restaurante coreano, onde estendemos as discussões que ocorreram lá.

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LiVES news update

Hi all,
welcome to another edition of LiVES news !

First of all, you probably noticed the recent release of 1.0.0-pre1, which succeeded after 3 aborted attempts. The release was brought forward a couple of weeks earlier than planned, for a few reasons. First, work on the remaining feature - mixing of foreground and background generators, proceeded quicker than planned. There may still be a few rough edges with this but these should be fixed over the next few weeks. Its pretty much specialist functionality anyway. Second, a few quite serious bugs were found (thanks to supervinx and ert and others for helping with testing), so I wanted to get the bugfixes out to you all as soon as possible.

The third reason - and this is excellent news - LiVES was successfully nominated for the category of Best Multimedia Project in the Sourceforge Community Choice Awards. So, many thanks to everyone who nominated LiVES ! This will surely attract a lot of new users (and with luck some new developers) to the project. So I wanted to have a good stable release ready for new downloaders too. Voting begins on Monday 22nd June, so make sure to vote for LiVES. There is also a promotional video (a bit tongue in cheek) featuring yours truly and VJ pixel:

http://www.youtube.com/watch?v=MX6o9NXbcOc

Now on to the LiVES 1.0 release plans. There may be a LiVES 1.0.0-pre2, maybe not. This depends if any serious bugs are found between now and the 1.0.0 release date. Otherwise, 1.0.0 will be basically the code that is there now, plus any bug fixes, plus a new theme which is being designed now.

As for the release itself, this will take place during OSCON 2009. There will be a Linuxfund party on 22nd July, and although I am unable to attend OSCON personally, we are planning a live video link up at 22:00 Pacific time. So if you are going to OSCON, make sure to go to the Linuxfund party to show your support ! More details can be found on the Linuxfund site:

http://linuxfund.org

The following day, 23rd July will be when the winners of the Sourceforge Community Choice Awards will be announced, also at OSCON.

Other events planned for the 1.0 release include a party in Recife, Brazil (27th July) and Salvador, Bahia, Brazil (31st July). Check the news page or drop me an email for further details of these events.

On the offchance that anybody else is planning a LiVES 1.0 release event, please let me know and I will advertise it.

Now is a good time to get in any feature requests for post 1.0 enhancements to LiVES. I have already started this process off by dumping my TODO list in the form of enhancements beginning with “Planned:”. If the 1.0 release attracts more developers as hoped, then these will be good starting points for new developers to get involved in the development.

http://sourceforge.net/tracker/?group_id=64341&atid=507142

Finally, returning to the subject of donations. The LiVES 1.0 fundraising drive seems to have come to a halt at 90% of the total. If anybody can help or has ideas for raising the remaining 10% that would be great. The remaining funds would cover the new LiVES artwork (of which the new splash screen is an example), plus a 6 part video blog/tutorial, introducing LiVES and its developers and development environment. Since all editing would be done with LiVES it also allows for full testing of the main features before the 1.0 release.

Keep aLiVES and kicking y’all !

Salsaman.
http://lives.sourceforge.net

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Open Video: apresentação

Hoje em dia, vídeo tem se tornado uma mídia cuja adoção está crescendo exponencialmente, o que ocorre devido a diversos fatores, entre eles:
> O custo de aquisição de equipamentos de gravação de vídeo está cada vez mais baixo;
> Diversos equipamentos presentes em nosso cotidiano (como máquinas fotográficas digitais e telefones celulares) atualmente têm a habilidade de gravar vídeo;
> Ferramentas de edição são cada vez mais comuns (em computadores, nos equipamentos de gravação ou nas ferramentas de publicação) e fáceis de usar;
> A banda larga torna simples e barata a troca de arquivos de vídeo;
> Existem muitas ferramentas online para publicação de vídeo acessíveis e gratuitas.

Isso faz com que os (previamente chamados) consumidores agora sejam também produtores, abandonando a utilização dos meios que antes utilizavam para ter acesso a vídeo para adotar novos meios (baseados na Internet), não só para ter acesso, mas também publicar. Vídeo tornou-se, então, uma importante ferramenta de expressão pessoal.

Mas, sem a preocupação com a apropriação pela sociedade dessa ferramenta, pode ocorrer o mesmo que com o software que, no início, era compartilhado livremente e, hoje em dia, tem como modelo predominante o de comercialização.

“Information wants to be free”, dizia o Cyberpunk Manifesto. Para tal, ela não pode estar encapsulada em um contêiner cuja chave tem um dono e só pode acessá-la quem ele definir, para a informação ser livre, o acesso à chave para essa informação também deve ser livre.

Vídeo online deve ser uma mídia dinâmica que permite transmissão, arquivamento, remix e outras possibilidades de apropriação, que hoje não são permitidas pelo principal modelo legal vigente. Como no resto da Internet, vídeo online deve encorajar a participação e funcionar de maneira fluída como uma conversa.

A luta pelo Open Video é, então, muito mais ampla que as batalhas legais e tecnológicas diretamente ligadas a ela, é uma luta pelo futuro da Internet.

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P2p: Opera, unite!

Confesso que eu estava meio cético com o teaser do Opera, que prometia mudar a cara da internet com um lançamento hoje. Há algumas semanas eu tinha instalado um beta da versão 10, e apesar de gostar da rapidez, não tinha me convencido a deixar o firefox de lado. Nos últimos meses, acabei criando uma dependência da combinação xmarks + readitlater. Na verdade, tenho certeza que poderia usar o opera de forma bem parecida, mas a inércia falou mais alto.

Também tem o lance de o opera não ter o código aberto, o que não faz nenhuma diferença no meu uso cotidiano (já que eu não desenvolvo nada) mas me deixa um pouco mais afastado. Acho que também não gostei de alguma coisa na renderização de fontes, nem sei. Não tenho mais nem usado o opera mini no symbian, acho que pela chateação de ter que entender o que é o software unsigned pra permitir rodar coisas de dentro do browser.

Até que saiu hoje o lançamento do opera unite, que propõe que cada computador com um browser seja também um servidor, rodando diferentes serviços P2P. Isso ecoa não somente a conversas sobre P2P e compartilhamento transparente na finada lista metá:fora, mas também me faz pensar na clássica posição de Brecht de que cada receptor de rádio deveria também ser um emissor.

Hoje pela manhã, dpadua, capi, liquuid e outrxs já tuitavam sobre o lançamento, e assim que tive alguns minutos na frente do computador aproveitei pra baixar e instalar o opera. Precisei me lembrar da conta que tinha criado no my opera há alguns anos, e em questão de minutos já estava rodando um servidor web, compartilhando arquivos e fotos pelo unite. A configuração foi fantasticamente simples e rápida. Os serviços em si ainda são poucos, mas bem resolvidos. Mais do que isso, ele oferece subdomínios do serviço aos usuários. Assim, os serviços rodando no meu computador chamado ewa pode ser visto no domínio ewa.felipefonseca.operaunite.com, que é longo mas muito prático. Outros elementos que acho interessantes (e que também me fazem lembrar das conversas de livenodes com @dpadua) são os três níveis de privacidade - particular, amigxs ou público -, que traz um elemento social (mas ainda precisa incorporar melhor as redes sociais), e a aparente abertura a desenvolvedorxs de novos serviços.

É claro que o unite faz muito mais sentido pra quem passa o dia inteiro com a máquina online (o que em conexões instáveis como a que eu tenho em ubatuba pode ser complicado). Mas acho que é uma tendência natural, junto com toda a coisa de cloud computing. Eu não via muito sentido no servidor web móvel da nokia justamente pela questão da conectividade para celulares, mas em ambiente desktop faz um pouco mais de sentido.

Só de usar por meia hora já dá pra pensar em um monte de recursos que seriam úteis, mas de qualquer forma a visão e a iniciativa são em si louváveis e mudam qualitativamente as idéias que vêm por aí. Tem aí uma questão a levantar, que é depender de uma estrutura que é distribuída mas ainda centralizada como o DNS, que pode atrasar um pouco as coisas, mas talvez seja possível pensar em alternativas. Tenho certeza de que esse tipo de desenvolvimento, junto com sistemas como sistemas como o jolicloud e o moblin e esse monte de novos serviços aparecendo por aí, vão trazer mais uma onda de transformações no uso e apropriação das tecnologias. Palmas pro opera, que ousou tomar uma posição de apoio ao P2P, ao contrário da alienação normal em todos os browsers.

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Ghosts and their media

Esposição rolando na Alemanha: “Awake Are Only The Spirits – On Ghosts and Their Media”
HMKV in the PHOENIX Halle Dortmund, 16 May – 18 October 2009
At first glance, the subject of the exhibition ‘Awake Are Only the Spirits’ – On Ghosts and Their Media seems somewhat outmoded: the presence of the supernatural, the manifestations of [...]

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Lançado LiVES 1.0.0-pre1

Um pouco antes do planejado, temos a versão 1.0.0-pre1. Todos recursos e APIs estão congelados até a 1.0, apenas correções de bugs serão feitas de agora em diante.

Por ser uma prévia da versão 1.0, é importante que os usuários notifiquem sobre todos bugs encontrados, não importando o quão triviais, para que sejam corrigidos para a versão 1.0.

Aqui está o changelog desta versão:

> Corrigido o bug de resampling (regressão).
> Corrigidos alguns problemas com a inserção de seleção no modo multipista, e com a inserção de áudio após a execução.
> Corrigido crash potencial na execução multipista.
> Corrigidos bugs de carregamento de layouts.
> Trim frames / adicionar borda deve redimensionar ao tamanho da borda.
> Execução na velocidade correta quando trocando entre arquivos (regressão).
> Permitida mixagem de geradores em plano de fundo e frente.
> Permitido definir o framerate de geradores.
> Início gtk+ mais robusto.
> Splash screen (obrigado ao Liquuid por notar a falta dos arquivos no pacote).
> Várias correções e atualizações menores.
> Tradução inicial para chinês simplificado (graças a Yinghua Wang).
> Tradução atualizada para italiano, japonês e polonês.

Notas da versão:

> Um bug nas versões anteriores fazia com que eventualmente na mudança de clipes durante a execução, o clipe que entrou em execução tocar em uma velocidade incorreta. Esse bug foi corrigido, mas as velocidades incorretas podem continuar ao carregar um set de clipes. Para reiniciar as velocidades, use a opção do menu VJ -> Reiniciar todas as velocidades e posições de execução.

> Geradores de plano de fundo e frente podem agora ser mixados em tempo real. Isso pode ser feito ao mapear geradores para duas teclas de efeito diferentes, depois acionando o primeiro gerador e, então, acionando o segundo gerador, que vai aparecer no plano de fundo.

> Devido ao grande número de correções de bugs nessa versão, é recomendado a todos usuários atualizar a versão.

URLs:

> http://www.xs4all.nl/~salsaman/lives/current/LiVES-1.0.0-pre1.tar.bz2 (source tar/bzip, 2.1MB)

> http://www.xs4all.nl/~salsaman/lives/current/LiVES-1.0.0-pre1.tar.gz (source tar/gzip 2.9MB)

MD5sums:
> b36ac5dfe0ad34a9bb8b9f1a393395b7 LiVES-1.0.0-pre1.tar.bz2
> 7738ba13bbd8c3decd073a5aa52b340d LiVES-1.0.0-pre1.tar.gz

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Mapeamento de Novas Mídias e Cultura Digital no Brasil

mapeamentoEntre o fim de 2008 e o começo desse ano, colaborei com um estudo desenvolvido por Bronac Ferran sobre novas mídias e cultura digital no Brasil, a pedido do Ministério da Cultura da Holanda. O documento foi lançado por lá há três meses, e amanhã (terça-feira 16/06) será o lançamento em São Paulo. Infelizmente, não estarei presente, mas vai aqui o link para o estudo em inglês, publicado pela Virtueel Platform. Estou trabalhando numa versão em português, que deve ficar pronta em julho. Pra quem tem pressa, vou publicando as versões parciais (e sem revisão!) aqui.

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